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Proteção contra Descargas Atmosféricas - PDA em Barcos e Navios


Esse artigo é para demostrar os segredos do SPDA em embarcações. São estratégias para minimizar riscos de raios.


Existe muita demanda para esse serviço


Este artigo é um recurso técnico e convidativo, projetado para profissionais em busca de crescimento no mercado de Proteção contra Descargas Atmosféricas (PDA) em Embarcações. Nele, você encontrará um guia abrangente que o conduzirá a uma jornada de descoberta e crescimento, revelando os benefícios de sua leitura e como ele pode impulsionar seus resultados em serviços de SPDA e Aterramento específicos para embarcações.


Ao explorar as páginas deste ebook, você terá acesso a informações valiosas para compreender a importância dos serviços de PDA em barcos, Navios e Iates e sua contribuição para o sucesso profissional. Abordaremos as inúmeras oportunidades oferecidas por esse mercado, desde condomínios e indústrias até embarcações de diversos tipos e tamanhos. Discutiremos serviços especializados, como laudos técnicos, projetos de SPDA adaptados ao ambiente marítimo, dimensionamento de DPS e implementação de um sistema de aterramento adequado.


Considerando a complexidade desse campo, exploraremos as peculiaridades da proteção contra descargas atmosféricas em embarcações. Discutiremos os efeitos dos raios nas embarcações e as melhores práticas para garantir segurança e proteção adequadas. Analisaremos também as normas e regulamentos relevantes para o SPDA em embarcações, proporcionando uma compreensão aprofundada dos requisitos específicos.


Ao ler este artigo, você estará preparado para aproveitar as oportunidades do mercado de SPDA e Aterramento em barcos, atendendo às necessidades dos proprietários e aumentando sua lucratividade. Junte-se a um grupo seleto de profissionais que estão moldando o futuro desse setor, trilhando o caminho para uma carreira promissora. Invista em seu futuro, abra as portas para o crescimento e alcance resultados excepcionais no mercado de SPDA e Aterramento em barcos. Não perca essa oportunidade!


Soluções para Proteção contra Descargas Atmosféricas em Barcos e Navios


A Proteção contra Descargas Atmosféricas (PDA) em embarcações é um tema de extrema importância no contexto marítimo. Descargas atmosféricas representam um risco significativo para a segurança e a integridade das embarcações, bem como para aqueles que nelas se encontram. Neste ebook, discutiremos as medidas de proteção contra raios em barcos e navios, com foco em estratégias eficazes para minimizar os danos causados por essas descargas elétricas da natureza.


O Brasil é um País com uma alta incidência de raios, resultando em prejuízos econômicos e um número preocupante de mortes relacionadas a tempestades elétricas. Segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nosso território é atingido por 70 milhões de raios por ano, o que representa duas ou três descargas elétricas a cada segundo. Esse cenário ressalta a importância de adotar medidas adequadas de proteção contra raios em embarcações.


Uma embarcação em movimento é um ponto de condução proeminente sobre uma superfície plana, tornando-se mais suscetível a ser atingida por um raio em comparação ao ambiente ao seu redor. No entanto, é importante destacar que a probabilidade de uma embarcação ser efetivamente atingida por um raio é baixa, devido ao menor número de raios no mar, conforme indicado pelo índice ceráunico. Apesar disso, os danos causados por uma única descarga elétrica podem ser significativos, podendo resultar em aberturas no casco do barco, incêndios e até mesmo afundamento da embarcação.


A força de um raio é impressionante, caracterizada pela união violenta de cargas positivas e negativas, resultando em uma descarga elétrica intensa. A corrente de uma descarga atmosférica varia de aproximadamente 15.000 A a 200.000 A, e sua duração total é de cerca de 200 microssegundos. No entanto, a frente de onda ocorre em apenas 1,2 microssegundos, o que indica a enorme quantidade de energia liberada durante uma descarga atmosférica.


Os raios ocorrem quando nuvens do tipo cúmulo-nimbo se formam, elevando-se no céu como grandes torres de algodão. Essas nuvens são carregadas eletricamente e responsáveis pela ocorrência de tempestades. Uma diferença de potencial significativa é gerada dentro dessas nuvens, resultando na formação de raios que superam a rigidez dielétrica do meio (ar ou vapor de água). O raio é acompanhado por relâmpagos e trovoadas, manifestações visuais e sonoras associadas à descarga elétrica.


Para proteger uma embarcação contra raios no mar, é necessário implementar medidas eficazes de proteção. Embora não seja possível evitar completamente que um raio atinja uma embarcação, é possível minimizar os danos e aumentar a segurança dos ocupantes. Um sistema de proteção adequado inclui o uso de para-raios ou hastes captoras, condutores elétricos para direcionar a energia até a água e a presença de uma terra física para garantir o contato elétrico com a água em que a embarcação flutua.



A NBR 5419 atende essa solução?


É importante deixar claro que segundo o item 1.3 as instalações as quais a NRB 5419 não se aplica:


1.3 Esta Norma não se aplica a:


a) sistemas ferroviários;

b) sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica externos às estruturas;

c) sistemas de telecomunicação externos às estruturas;

d) veículos, aeronaves, navios e plataformas marítimas.” As soluções apresentadas nesse artigo se baseiam em normas internacionais como IEC 60364-7-709, e “Blitzschutz für Yachten” [Lightning protection for yachts ] livro de Michael Hermann, Palstek Verlag, Hamburg, 2011 (German), além de informações retiradas de guias da DEHN.


Ou seja, não podemos dizer que uma embarcação está protegida conforme a NBR 5419.

Para-raios e Elementos de Captação


Um elemento essencial no sistema de proteção contra raios é o para-raios ou haste captora. Essa estrutura é geralmente constituída por um mastro pontiagudo feito de material condutor, como metal. Sua principal função é atrair e capturar os raios, desviando sua energia para longe da estrutura principal da embarcação. O para-raios é geralmente instalado no ponto mais alto da embarcação, como o mastro de um veleiro. No entanto, em algumas situações, como em barcos sem mastro metálico, é possível utilizar antenas de rádio como alternativa para a função de captura dos raios.


De acordo com os padrões estabelecidos para a proteção contra descargas atmosféricas, os sistemas são classificados em NP (Nível de Proteção) de I a IV. No contexto de iates, é comumente adotada a classe NP III. Essa classificação é de extrema relevância para a avaliação do risco de ocorrência de uma descarga atmosférica atingindo o mastro da embarcação. Cabe ressaltar que as informações fornecidas a seguir também se aplicam a iates que possuem múltiplos mastros. Os pontos de contato da esfera rolante com o iate são considerados pontos potenciais de impacto e, portanto, demandam medidas de proteção adequadas.


Ao implementar medidas de proteção contra descargas atmosféricas, é necessário realizar uma distinção entre iates que possuem mastros e corpos de metal e aqueles que não possuem essa característica.

Embarcações com Casco Metálico No caso de iates com mastros de metal, nos quais o corpo da embarcação está conectado de forma condutiva ao mastro metálico, não são necessárias medidas adicionais para a dissipação da corrente da descarga atmosférica. Quando um raio atinge o mastro desse tipo de iate, a maior parte da corrente do raio é dissipada através do próprio mastro, enquanto correntes parciais são conduzidas pelos estais até o casco/fundo do iate e, consequentemente, à água circundante.


Essas considerações destacam a importância de uma classificação adequada do sistema de proteção contra descargas atmosféricas em iates, permitindo uma análise precisa do risco associado a um possível impacto de raios no mastro da embarcação. A aplicação de medidas de proteção apropriadas em conformidade com a classificação NP III proporciona uma proteção eficaz contra descargas atmosféricas, minimizando os danos potenciais e promovendo a segurança tanto da embarcação quanto de seus ocupantes.




Embarcações não metálicos


Embarcações com estrutura de madeira ou fibra de vidro requerem medidas adicionais de proteção contra descargas atmosféricas.


No caso de mastros feitos de madeira, por exemplo, é necessário que um mini captor, com espessura mínima de 12 mm, se projete pelo menos 300 mm a partir do mastro. O condutor de descida, descendo ao longo do mastro, pode ser feito de cobre e deve possuir uma seção transversal mínima de 70 mm².


Ele deve ser roteado na área externa do iate e conectado à placa de aterramento. A placa de aterramento deve ter uma superfície mínima de 0,25 m² e ser feita de cobre ou de outro material resistente à corrosão marinha.


No caso de embarcações maiores, podem ser necessárias várias placas de aterramento para o sistema de proteção contra descargas atmosféricas e o sistema de fornecimento de energia. Nesses casos, deve-se manter uma distância suficiente entre as placas de aterramento para evitar a formação de efeito elétrico Corona.


Se uma descarga atmosférica atingir o minicaptor em um mastro não metálico, as correntes de raio devem ser descarregadas para a placa de aterramento por meio do condutor de descida no mastro e pelos estais, tirantes e cintas de fixação. Para isso, o mastro, os estais, os tirantes e as cintas de fixação devem ser conectados à placa de aterramento.


Os condutores de conexão de cobre devem ter uma seção transversal mínima de 16 mm². Todas as conexões que conduzem as correntes de raio devem ser estabelecidas por meio de parafusos, rebites ou soldagem.


Proteção contra descargas atmosféricas móvel em caso de mastro de metal


Um sistema móvel de proteção contra descargas atmosféricas, que é frequentemente utilizado para iates alugados temporariamente, pode ser facilmente implementado.


Para isso, a parte inferior do mastro de alumínio é equipada com um pino esférico, que é utilizado como condutor de descida.


Um terminal condutor de corrente de raio, conectado a outros dois terminais e a duas fitas trançadas de cobre com vários metros de comprimento, é parafusado ao pino esférico.


Os terminais são conectados aos estais superiores para serem utilizados como condutores de descida.


As extremidades livres das duas fitas trançadas de cobre devem ser imersas em água por pelo menos 1,5 m.




Todos os componentes e as conexões relevantes devem ser capazes de conduzir correntes de raio e devem ser à prova de corrosão. Essa medida de proteção pode ser rapidamente implementada quando uma tempestade se aproxima e oferece uma certa proteção contra descargas atmosféricas.


No entanto, não está totalmente clara a eficácia para os sistemas de proteção contra descargas atmosféricas móveis oferecem proteção para embarcações, uma vez que os requisitos normativos para aterramento equipotencial (proteção pessoal), distâncias de separação, etc., não são observados.


Pode-se apenas presumir que danos causados por raios, como perfurações no casco, possam ser evitados, uma vez que a maior parte da corrente de raio flui pelas fitas trançadas de cobre em direção à água.


Portanto, um sistema de proteção contra descargas atmosféricas fixo sempre deve ser preferido.


Ligação equipotencial


Em geral, todos os condutores de proteção da eletrônica de bordo e todas as partes metálicas de iates devem ser conectados ao sistema comum de ligação equipotencial / aterramento do sistema de fornecimento de energia.


Essa medida previne o risco de tensões de toque / faíscas perigosas. Os condutores de ligação de proteção de cobre, que não conduzem correntes de raio, devem ter uma seção transversal mínima de 6 mm2.


Para isso, devem ser utilizados condutores flexíveis, sólidos ou trançados. Os condutores flexíveis devem ser preferidos devido às vibrações.


Nesse contexto, deve-se observar que os condutores podem ser danificados pelo ambiente corrosivo (salino, úmido) e pelo efeito capilar. Portanto, a extremidade dos condutores flexíveis deve ser revestida com uma luva termocontrátil.


A ligação equipotencial é um procedimento importante no contexto da proteção contra choque elétrico e incêndios em embarcações.


Consiste na conexão de todos os condutores de proteção e partes metálicas da embarcação a um sistema comum de aterramento, garantindo que todas as partes condutoras estejam no mesmo potencial elétrico. Isso evita a formação de tensões perigosas entre diferentes partes do iate, que poderiam causar choques elétricos ou faíscas.


No caso específico de iates, é necessário utilizar condutores de ligação de proteção de cobre, com uma seção transversal mínima de 6 mm2. Esses condutores são responsáveis por conduzir correntes de falta ou curto-circuito em caso de falhas no sistema elétrico do iate. É importante escolher condutores flexíveis, que possam suportar as vibrações e movimentações do iate em ambientes marítimos.


Além disso, é fundamental proteger os condutores flexíveis contra os efeitos corrosivos do ambiente marinho. Isso pode ser feito utilizando luvas termocontráteis para revestir as extremidades dos condutores.


Essas luvas oferecem isolamento adicional e proteção contra a umidade e corrosão, garantindo a integridade e o desempenho dos condutores ao longo do tempo.


Em resumo, a ligação equipotencial é uma medida crucial para garantir a segurança elétrica em iates. Conectar todos os condutores de proteção e partes metálicas do iate ao sistema comum de aterramento previne riscos de choque elétrico e faíscas. Utilizar condutores de ligação de proteção de cobre e protegê-los adequadamente contra a corrosão do ambiente marinho são práticas essenciais nesse processo.


Proteção interna contra raios/proteção contra surtos


A proteção interna contra raios e surtos é uma consideração crucial para garantir a segurança e a integridade dos sistemas elétricos em iates. Uma medida de proteção fundamental é a instalação de um dispositivo de proteção combinado, diretamente no sistema de fornecimento de energia. Esse dispositivo desempenha um papel vital na prevenção de danos causados por raios e sobretensões.


Existem dois cenários principais que destacam a importância desse dispositivo de proteção. O primeiro cenário ocorre quando um raio atinge a haste de captação de ar ou o mastro metálico do iate ancorado, que está conectado à eletricidade. Isso pode elevar o potencial do iate acima da conexão do sistema de fornecimento de energia em terra. Como resultado, parte da corrente de raio pode ser conduzida para a água, causando um flashover no cabo de alimentação do sistema de fornecimento de energia em terra. Esse flashover representa um risco significativo, pois pode danificar os cabos e equipamentos do iate, além de desencadear incêndios a bordo. Além disso, existe a possibilidade de um raio atingir diretamente o iate ancorado, quando ocorre um raio proveniente da terra. Nesse caso, a corrente de raio flui na direção do iate, resultando nos mesmos danos descritos anteriormente.


Para evitar esses riscos, é fundamental utilizar dispositivos de proteção combinados do tipo 1, que são projetados especificamente para o sistema de fornecimento de energia em iates. Ao instalar esses dispositivos, é crucial garantir que a conexão do sistema de aterramento/ligação equipotencial do iate com o condutor de proteção do sistema de fornecimento de energia em terra não cause corrosão. A proteção contra surtos é especialmente relevante em tomadas aterradas, onde ocorre uma mudança de polaridade (L, N). Nesse caso, os condutores de fase (L) e neutro (N) são entrelaçados para atingir as conexões corretas no sistema de alimentação a bordo. O nível de proteção contra sobretensões fornecido por esses dispositivos é adequado para resistir às tensões elétricas presentes no enrolamento primário.


É importante ressaltar que, independentemente do material do qual o iate é feito, existe um risco potencial de um raio atingir componentes como antenas de rádio marítimas ou sensores de vento instalados no mastro. Esses equipamentos podem ser danificados pelos efeitos de um raio, bem como danificar dispositivos de rádio ou sistemas de avaliação subsequentes. No entanto, esses componentes normalmente estão localizados em uma área protegida, como a ponta de captação de ar no mastro, o que reduz a probabilidade de serem diretamente atingidos por um raio. Dispositivos de proteção contra surtos adequados são essenciais para garantir a segurança desses componentes e evitar danos aos sistemas eletrônicos a bordo.


Além dos raios, os efeitos de surtos induzidos e sobretensões de comutação, causados por geradores a bordo e sistemas UPS (Uninterruptible Power Supplies), também devem ser considerados. Nesses casos, é recomendável a utilização de dispositivos de proteção contra surtos do tipo 2 no quadro de distribuição. Esses dispositivos desempenham um papel fundamental na limitação das sobretensões e na proteção dos equipamentos elétricos contra danos.


Em suma, a proteção interna contra raios e surtos em iates é uma questão crítica para garantir a segurança dos sistemas elétricos a bordo. A instalação de dispositivos de proteção combinados apropriados, juntamente com medidas adequadas de aterramento e equipotencialização, é fundamental para mitigar os riscos de danos causados por raios e sobretensões. O uso de dispositivos de proteção contra surtos adicionais nos quadros de distribuição também desempenha um papel importante na prevenção de danos aos equipamentos elétricos em situações de surtos induzidos e sobretensões de comutação. Ao adotar essas medidas de proteção, os proprietários e operadores de iates podem garantir a segurança e a confiabilidade dos sistemas elétricos a bordo.


Medidas de segurança durante tempestades


As medidas de ligação equipotencial para todas as conexões listadas no capítulo "Ligação equipotencial" acima reduzem o risco para as pessoas a bordo do iate. Em caso de tempestade, as pessoas devem, portanto,

¨ Não permanecer no convés, uma vez que diferenças de potencial, que representam um risco em conjunto com a pele molhada, podem ocorrer devido a superfícies úmidas.

¨ Não tocar nos estais, hastes ou outros objetos metálicos.

¨ Verificar o sistema de proteção contra raios em intervalos regulares e não esperar até que ocorra uma tempestade. Nesse contexto, é importante verificar se o sistema de ligação equipotencial, ou seja, a conexão de todos os dispositivos metálicos condutores a bordo com o sistema de proteção contra raios, está em bom estado e condição.


Essas precauções são essenciais para garantir a segurança pessoal durante uma tempestade. Evitar permanecer no convés evita o contato direto com superfícies úmidas que podem causar diferenças de potencial perigosas. Além disso, evitar tocar em estais, hastes ou outros objetos metálicos reduz o risco de choque elétrico em caso de um raio atingir a embarcação.


É igualmente importante realizar verificações regulares no sistema de proteção contra raios para garantir que ele esteja em perfeitas condições de funcionamento. Isso inclui verificar o sistema de ligação equipotencial, que é responsável por conectar todos os dispositivos metálicos condutores a bordo ao sistema de proteção contra raios. Ao garantir que o sistema de ligação equipotencial esteja em ordem, assegura-se uma dissipação adequada da corrente de raio e a minimização dos riscos associados.


Em resumo, seguir essas diretrizes de proteção pessoal durante uma tempestade, como evitar permanecer no convés, não tocar em objetos metálicos e realizar verificações regulares no sistema de proteção contra raios, é fundamental para garantir a segurança das pessoas a bordo de um iate. O cuidado com a ligação equipotencial e a manutenção adequada do sistema de proteção contra raios são medidas importantes para proteger a tripulação e os passageiros contra os riscos associados a descargas atmosféricas durante uma tempestade.


Conclusão


A proteção contra descargas atmosféricas em embarcações é fundamental para garantir a segurança dos ocupantes e a preservação da embarcação. A utilização de para-raios, condutores elétricos e terra física, aliada a medidas de segurança durante tempestades, contribui para a redução dos riscos associados aos raios no mar. É importante ressaltar que cada embarcação apresenta características específicas que devem ser consideradas ao implementar um sistema de proteção adequado. A conscientização sobre os riscos envolvidos e a adoção de práticas seguras são essenciais para navegar com tranquilidade em meio a fenômenos naturais tão poderosos quanto os raios.


Demanda de serviços de SPDA e Aterramento


O mercado de SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) e aterramento apresenta uma série de oportunidades para profissionais que desejam expandir seus negócios e oferecer serviços especializados nessa área crucial da engenharia elétrica. Com o aumento da conscientização sobre os riscos das descargas atmosféricas e a necessidade de proteger estruturas e equipamentos contra danos, a demanda por serviços relacionados ao SPDA e ao aterramento tem crescido significativamente.


Uma das oportunidades mais promissoras nesse mercado é o dimensionamento de DPS (Dispositivos de Proteção Contra Surtos). Com o avanço da tecnologia e a crescente dependência de equipamentos eletrônicos sensíveis, a proteção contra surtos de tensão transitória se tornou uma preocupação fundamental. Profissionais especializados em dimensionamento de DPS possuem conhecimentos específicos sobre as normas técnicas e as melhores práticas para projetar sistemas de proteção adequados às necessidades de cada estrutura. Essa expertise é extremamente valiosa para empresas e residências que buscam proteger seus equipamentos eletrônicos e minimizar os riscos de danos causados por surtos elétricos.


Outra área com boas oportunidades de serviços é a sondagem SEV (Sondagem Elétrica Vertical). Com a expansão do setor de energia renovável e a necessidade de sistemas de aterramento eficientes em subestações, usinas fotovoltaicas e geradores, a sondagem SEV tem ganhado destaque. Essa técnica de investigação geofísica permite dimensionar a malha de aterramento de forma precisa, considerando as características do solo e garantindo uma efetiva dissipação de correntes elétricas. Profissionais qualificados nessa área têm boas perspectivas de trabalho e podem oferecer serviços de sondagem SEV para diversos segmentos, como empresas de energia, construtoras e indústrias.


Os projetos de SPDA também representam uma oportunidade significativa para profissionais que desejam se destacar nesse mercado. Um projeto bem elaborado de SPDA é essencial para garantir a proteção eficaz contra descargas atmosféricas, considerando aspectos como localização dos captores, interligação dos componentes e medidas de segurança adicionais. Profissionais com expertise nessa área podem oferecer serviços de consultoria e elaboração de projetos de SPDA para diversos tipos de estruturas, como edifícios comerciais, residenciais, industriais e áreas de grande circulação de pessoas. Além disso, a execução de SPDA também é uma oportunidade interessante, uma vez que demanda profissionais qualificados para realizar a instalação e manutenção dos sistemas de proteção.


Para aproveitar as oportunidades do mercado de SPDA e aterramento, é fundamental adotar uma abordagem estratégica. Investir na atualização constante é essencial para acompanhar as inovações tecnológicas, as normas técnicas e as tendências do setor. Participar de cursos, workshops e eventos da área é uma maneira eficaz de ampliar conhecimentos e manter-se atualizado sobre as melhores práticas e soluções disponíveis.


Além disso, construir uma rede de contatos sólida é crucial para obter novos clientes e parcerias de negócios. Estabelecer relacionamentos com engenheiros, arquitetos, construtoras e empresas do ramo elétrico pode abrir portas para novas oportunidades de serviços. A divulgação dos serviços também é fundamental para atrair clientes em potencial. Utilizar estratégias de marketing digital, como a criação de um site profissional, presença nas redes sociais e produção de conteúdo relevante, pode ajudar a aumentar a visibilidade e a credibilidade no mercado.


Por fim, investir na capacitação técnica e na especialização em áreas específicas do SPDA e aterramento pode ser uma estratégia eficaz para diferenciar-se da concorrência e conquistar clientes que buscam soluções especializadas. Certificações e qualificações na área demonstram o compromisso com a excelência e a competência técnica.


Em conclusão, o mercado de SPDA e aterramento oferece diversas oportunidades para profissionais que desejam expandir seus negócios e oferecer serviços especializados. O dimensionamento de DPS, a sondagem SEV, os projetos de SPDA e a execução de SPDA são áreas promissoras e em constante demanda. Investir na atualização constante, construir uma boa rede de contatos, divulgar os serviços de forma estratégica e investir na capacitação técnica são estratégias fundamentais para aproveitar essas oportunidades e obter sucesso nesse mercado competitivo. Com dedicação, conhecimento e excelência nos serviços prestados, é possível alcançar o crescimento e prosperar nessa área fundamental para a segurança elétrica das estruturas.


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